Kim Kardashian e C&A

Ela é no momento uma das mulheres mais influentes quando se fala em marketing no campo da moda, dona de atributos pessoais e físicos que muitos conhecem, casada com uma as maiores estrelas do rape (Kanye West), e faz parte da família Kardashian, que, diga-se de passagem, já é muito para o currículo dela. A C&A, como não é boba nem nada, aproveitou todo esse boom em volta da Kim e resolveu criar uma coleção que leva o nome da socialite, – Kim Kardashian West – e foi uma cartada de mestre para o mercado, as mídias todas pararam e voltaram as suas lentes para o corpo voluptuoso de Kardashian, que veio exclusivamente para o Brasil lançar a coleção.

Seria somente a figura famosa da socialite que interessaria a C&A para lançar essa coleção? O poder publicitário da mulher não falou mais alto? Ela é realmente uma figura de valorosas curvas capaz de vender roupas para as brasileiras?

Talvez sim, o biótipo da Kim é bem parecido com o das nossas mulheres, silhuetas de dar inveja, junto de perfis sexys que se encontram desde a maneira de se comportar até a de se vestir.

KIM

O mundo a fora já adotou o estilo da Kim, resumido em tops croppeds e saias lápis, mas aí surge a dúvida, e as brasileiras, ousariam tamanho fashionismo? Não são todas com o mesmo corpo que encararia vestir um tubinho preto ou uma blusa cropped e sairia por aí desfilando como se estivesse tudo bem, mas para a C&A sim, pois é essa a intenção que quer causar, que vocês mulheres G, GG ou 42, possam sim usar uma saia lápis colada na altura do joelho, vocês possuem o mesmo poder de ousadia e estão prontas para sair nas ruas sem se preocupar com o que vão pensar.

As peças terão valores agregados ficando assim acessíveis para qualquer uma que tem o poder de sedução na forma de se vestir igual ao da Kim Kardashian, que agora ganhou de vez a massa feminina brasileira.

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Este aqui não é um post qualquer, nós queremos realmente atiçar os nossos leitores, e despertar neles a opinião que cada um tem, pensando nisso, eu pergunto.

Hoje em dia, as marcas estão mais preocupadas em vender o seu produto corretamente, ou com o poder que o marketing pode causar mesmo que ele não seja a linguagem do consumidor?

 

 

 

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